Alienação Fiduciária


Postado por:Admin - 16/09/2019 07:41

É um recurso utilizado por quem quer passar confiança, uma vez que o devedor continua a utilizar o imóvel, que deixa de ser alienado quando as dívidas estiverem quitadas.

Se, por acaso, não ocorra o pagamento total da dívida, o fiduciário (que se tornou titular do bem) terá a posse direta do imóvel, sem necessidade de participação do Poder Judiciário. 

Antes do financiamento

Para que a contratação do serviço de alienação fiduciária ocorra com êxito, é essencial que o cliente analise se está apto a se envolver em um empréstimo e se suas finanças estão dentro de seus orçamentos, comprovando sua renda.

Ademais, é extremamente importante ter conhecimento das leis e regras do processo, como direitos e deveres do devedor e do fiduciário, além de buscar sempre empresas que sejam profissionais e transmitam segurança.

Não é uma hipoteca 

A alienação fiduciária surgiu em 1997, principalmente para a substituir as hipotecas, como uma maneira bem menos burocrática de empréstimos com garantias.

Além disso, para que haja a execução da garantia hipotecária, é obrigatória uma ação judicial para conferir o saldo devedor, que pode levar até anos. Entretanto, quando se trata da alienação, o pagamento pode ser obtido por via extrajudicial, agregando muito mais facilidade ao processo.

Cada vez se tornando menos comuns e sendo substituídas na grande maioria das vezes, as hipotecas estão ficando para trás com o desenvolvimento das alienações, que trazem processos de maior segurança e confiabilidade.